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Salvador recebe Rota da Independência 2026 com imersão nos cenários da luta pela liberdade na Bahia - Dia 30 de junho

  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

Após percorrer 25 municípios da Bahia promovendo conhecimento, memória e valorização da história do estado, a Rota da Independência 2026 chega a Salvador dia 30 de junho. A iniciativa da Fundação Pedro Calmon (FPC), vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), convida o público para uma verdadeira viagem pelos caminhos que marcaram a luta pela Independência do Brasil em solo baiano.


A programação especial reunirá estudantes, pesquisadores, professores e cidadãos interessados em conhecer de perto alguns dos locais mais emblemáticos da resistência baiana contra o domínio português. Durante o percurso, os participantes terão acesso a aulas públicas conduzidas pelo professor doutor em História Sergio Guerra Filho, que irá contextualizar os acontecimentos, personagens e episódios que transformaram a Bahia em protagonista da consolidação da Independência nacional.


A saída está marcada para as 7h, na Biblioteca Central do Estado da Bahia, nos Barris, com encerramento previsto para o meio-dia. O roteiro contempla três marcos fundamentais da história baiana:


- Pirajá, palco da batalha considerada decisiva para a vitória das tropas brasileiras na Bahia;

- Lapinha, ponto tradicional de partida do cortejo cívico do Dois de Julho;

- Campo Grande, cenário de confrontos históricos e local onde se encontra o Monumento ao Dois de Julho, símbolo máximo da celebração da Independência baiana.



Um dos grandes destaques da etapa Salvador foi a abertura de 40 vagas para o público. Apaixonados por história e por Salvador participarão presencialmente da caravana, aproximando-se dos lugares onde a história foi construída e fortalecendo o vínculo com o patrimônio histórico e cultural do estado.


Mais do que um roteiro turístico ou acadêmico, a Rota da Independência se consolidou como uma importante ação de educação patrimonial, estimulando reflexões sobre identidade, pertencimento e cidadania por meio do contato direto com os espaços que testemunharam a luta pela liberdade.


A atividade integra as celebrações pelos 203 anos da Independência do Brasil na Bahia e também faz parte da programação comemorativa dos 40 anos da Fundação Pedro Calmon, reafirmando o compromisso da instituição com a preservação da memória, a difusão do conhecimento histórico e a democratização do acesso à cultura.



Fonte/foto: Ascom FPC

 
 
 

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