Rosemberg diz que ACM Neto e Bruno Reis "humilham Salvador todos os dias"
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O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Rosemberg Pinto, afirmou nesta terça-feira (2) que ACM Neto tem muita autoridade para falar em humilhação porque, segundo ele, a população de Salvador convive diariamente com problemas que são resultado dos sucessivos governos do ex-prefeito e de seu sucessor político, Bruno Reis.
“A população de Salvador é humilhada todos os dias quando enfrenta ônibus velhos, lotados e sem ar-condicionado, quando encontra postos de saúde com estrutura insuficiente para atender a demanda, quando vê equipamentos públicos precisando de manutenção e quando volta para casa por ruas mal iluminadas”, afirmou.
O deputado disse que os problemas percebidos pela população aparecem também nos indicadores sociais da capital baiana.
“Salvador é uma das cidades mais importantes do Brasil, mas aparece repetidamente entre as capitais com piores indicadores sociais. Foi apontada como a pior capital do país em indicadores do Mapa das Desigualdades entre as Capitais. Estamos falando de pobreza, desemprego, desnutrição infantil, baixo PIB per capita, por exemplo. Isso não é discurso político. São números”, declarou.
Rosemberg afirmou que a contradição entre a riqueza da cidade e a realidade enfrentada por grande parte da população expõe o fracasso das administrações do grupo de ACM Neto.
“Humilhação é uma mãe perder horas para conseguir atendimento. Humilhação é o trabalhador passar uma parte importante do seu dia dentro de um ônibus. Humilhação é o jovem crescer sem oportunidades enquanto Salvador lidera rankings que nenhuma cidade gostaria de liderar. Humilhação é uma capital com enorme potencial continuar convivendo com desigualdades tão profundas.”

O parlamentar também criticou o que considera uma tentativa da oposição de inverter o debate público.
“Antes de falar em humilhação, ACM Neto deveria explicar por que Salvador continua acumulando problemas históricos mesmo depois de anos sob o comando do seu grupo político. Os números mostram uma cidade marcada pela pobreza, pelo desemprego e pela desigualdade. Quem governou a cidade e escolheu o sucessor tem responsabilidade sobre esse resultado.”
“Os moradores de Salvador conhecem essa realidade porque vivem ela todos os dias. Não é uma discussão de marketing ou de redes sociais. É a vida concreta de quem depende do transporte público, dos serviços municipais e das oportunidades que a cidade deveria oferecer.”
Fonte/fotos: Assessoria Rosemberg Pinto






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