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Projeto “Bullying Não é Legal” promove reflexão e fortalece a cultura do respeito nas escolas de Cairu

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Os estudantes da Escola Luiz Navarro de Brito e da Creche-Escola Frei Lamberto Kranz, localizadas na sede de Cairu, realizaram na última sexta-feira (29) a culminância do Projeto “Bullying Não é Legal”, uma iniciativa voltada para a conscientização e o combate às diversas formas de violência no ambiente escolar.


Por meio dramatizações e atividades educativas, os alunos demonstraram o aprendizado construído ao longo do projeto, destacando a importância do respeito às diferenças, da empatia e da convivência harmoniosa entre colegas. As mensagens apresentadas reforçaram palavras de ordem como “Respeito: obrigação de todos”, “Diga Não ao Medo”, “Chega de Violência”, “Bullying Não É Legal” e “Não Faça Bullying, Faça Amigos”


A ação mobilizou estudantes, professores, gestores, funcionários e familiares em torno de uma causa que exige atenção permanente. Durante as atividades, foram abordados os impactos emocionais, sociais e psicológicos que o bullying pode provocar nas vítimas, além da necessidade de identificar, prevenir e combater comportamentos agressivos dentro e fora da escola.



O projeto integra as ações pedagógicas desenvolvidas pela rede municipal de ensino de Cairu em todas as unidades escolares, promovendo uma educação baseada em valores humanos, na inclusão e no fortalecimento dos vínculos de convivência. A proposta busca sensibilizar crianças e adolescentes para que se tornem agentes de transformação, capazes de construir ambientes mais acolhedores, seguros e respeitosos.


Segundo a coordenadora da Educação em Tempo Integral da Escola Luiz Navarro de Brito, Juliete de Eça, iniciativas como essa contribuem para a formação cidadã dos estudantes, estimulando o diálogo, a solidariedade e o respeito mútuo. “O enfrentamento ao bullying é uma responsabilidade compartilhada entre escola, família e sociedade, sendo fundamental para garantir o bem-estar e o desenvolvimento saudável das crianças e adolescentes”, afirmou Juliete.


Com a culminância do projeto, a comunidade escolar reafirma o compromisso de manter viva a mensagem de que o respeito às diferenças é o caminho para uma convivência mais justa, humana e livre de qualquer forma de violência.



 
 
 

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