Biofábrica da Bahia rebate acusações da presidente da ANPC e denuncia invasão em área de segurança fitossanitária
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Instituto afirma que declarações sobre suposta distribuição de mudas contaminadas são “infundadas” e acusa presidente da associação de descumprir protocolos de biossegurança durante visita a áreas restritas.
O Instituto Biofábrica da Bahia divulgou nota de repúdio contra declarações feitas pela presidente da Associação Nacional dos Produtores de Cacau (ANPC), Vanuza Lima Barroso. Segundo a instituição, a dirigente entrou, no último dia 5 de maio, em áreas de jardins clonais e campos de multiplicação durante o expediente dos colaboradores, sem seguir protocolos de biossegurança exigidos para o local.
De acordo com a Biofábrica, os trabalhadores realizavam a renovação genética de cacaueiros por meio da supressão de plantas antigas e implantação de mudas enraizadas, procedimento considerado rotineiro para garantir a qualidade fitossanitária.
Na nota, o instituto também rebate acusações de distribuição de mudas contaminadas pelo vírus do mosaico do cacau. A entidade afirma que as denúncias são “infundadas, levianas e desprovidas de respaldo técnico-científico”.
A Biofábrica destacou ainda que não existe laudo oficial comprovando a presença do vírus CaMMV em áreas administradas pelo instituto e ressaltou que o patógeno ainda não integra a lista oficial de pragas quarentenárias do Brasil.
O Instituto Biofábrica registrou boletim de ocorrência na 1ª Delegacia Territorial de Ilhéus contra a presidente da ANPC por danos à unidade de conservação, invasão de estabelecimento, sabotagem, dano, calúnia e difamação.
O instituto informou que medidas legais já foram adotadas e reforçou o compromisso com “a qualidade, sanidade e rastreabilidade das mudas produzidas”, além de cobrar responsabilidade da ANPC na divulgação de informações relacionadas ao setor cacaueiro.
Fonte: Portal Bahia.ba
Foto: Divulgação - Assessoria Biofábrica






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