Prefeita Daiana Santana critica antigos governos da Bahia por ausência de políticas públicas para os mais pobres

Foto: Divulgação / Redes sociais
“Fomos maltratados por uma política que olhava a cor, que olhava a raça, que olhava gênero e que principalmente esquecia que gente precisa ser tratado como gente.”
A prefeita de Gandu, Daiana Santana, fez duras críticas aos antigos governos da Bahia ao afirmar que, no passado, faltavam políticas públicas voltadas à população mais pobre. O discurso foi feito neste sábado (25), durante o Programa de Governo Participativo (PGP), realizado em Valença, no Baixo Sul. Ao destacar investimentos dos governos estadual e federal na região, a gestora relembrou as dificuldades enfrentadas por sua família na infância.
Segundo Daiana, as políticas públicas implementadas pelo grupo do Presidente Lula e do Govrnador Jerônimo Rodrigues têm promovido inclusão e oportunidades para quem historicamente esteve à margem das ações governamentais. “Aqui temos um grupo de pessoas que confiam nas políticas públicas que têm resgatado vidas. Que confiam nas políticas públicas de um grupo uniforme aqui nesse palanque. E quem sobe nesse palanque é o agricultor. Quem sobe nesse palanque é o negro como eu... Aqui nós temos um grupo que não faz campanha política de 4 em 4 anos. De 2 em 2 anos. Nós temos um palanque composto por pessoas que fazem a política administrando. Que fazem a política no seu dia a dia”, declarou.
A prefeita também relembrou o período em que o grupo carlista governava a Bahia e associou aquela época à falta de políticas públicas para as famílias de baixa renda. “O que o senhor chama de pirão com café, eu chamo de café com farinha. E essa foi a minha alimentação por muitas vezes, muito tempo, por muitos anos. Fomos maltratados por uma política que olhava a cor, que olhava a raça, que olhava gênero e que principalmente esquecia que gente precisa ser tratado como gente. Foi um grupo que não olhava no olho, que não sabia o que era o calor humano das pessoas. E eu falo isso com propriedade, eu falo isso com muito compromisso, porque eu sou da favela”, afirmou.
Portal Bahia.ba





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